Planos Empresariais para Grandes Empresas



Uma pesquisa rápida realizada até mesmo pela própria área de Recursos Humanos da companhia pode levantar esses dados. Assim, é possível saber qual o melhor plano de saúde para atender o perfil dos seus colaboradores.Mas, caso a empresa possua um quadro de funcionários heterogêneo, o ideal é que a companhia converse com o plano para oferecer diferentes tipos de cobertura.Há planos mais adequados para cada perfil.  Pense também na abrangência geográfica, ou seja, onde a empresa atua e onde os funcionários moram — se é perto ou longe dos grandes centros e se possui filiais ou escritórios em várias cidades e estados. Empresas cujos funcionários moram num mesmo município podem optar por planos regionais, que custam cerca de 30% menos do que um de abrangência nacional.

 

 



As melhores opções em Planos Empresariais



Odontológico




Planos Empresariais - Saiba Mais



Como a empresa pode controlar o uso do plano?


Uma boa administração do plano pressupõe que o funcionário saiba como usar os serviços com responsabilidade. Muitas empresas estipulam que o empregado arque com um valor (de 10% a 20%) a cada consulta ou exame. Além disso, de acordo com estimativas de mercado, boa parte das pequenas e médias empresas divide meio a meio com os funcionários as mensalidades dos planos. É uma forma de prevenir abusos.

O que é índice de sinistralidade?


O índice de sinistralidade reflete quanto a operadora gastou para honrar as despesas previstas no contrato. De modo geral, o índice é calculado com base no custo com serviços de saúde que ultrapassou 70% do valor pago pelo cliente, pois 30% da mensalidade costuma ser reservada pelas operadoras para gastos administrativos e margem de lucro. Na prática, quanto mais caros forem os tratamentos demandados pelos seus funcionários ao longo de um ano, mais alto tende a ser o reajuste do plano.

Plano de saúde empresarial: Quem paga?

As empresas com alto número de funcionários conseguem até pagar integralmente o valor do plano de saúde empresarial de todos os colaboradores, no entanto, há aquelas que não conseguem subsidiar esse benefício integralmente. Nesses casos, a empresa pode oferecer um percentual de subsídio, dentro do seu orçamento.As condições para a cobertura de dependentes, se serão cônjuges e filhos e até que idade também devem ser especificadas pela empresa, de acordo com o que determina a Agência Nacional de Saúde (ANS).

QUAIS AS OPÇÕES?
Há a opção de contratação de planos NACIONAIS ou REGIONAIS. O que isso significa: se você contrata um plano REGIONAL – que é significativamente mais barato – o seu funcionário só poderá ser atendido na área de cobertura contratada ( por exemplo, em São Paulo, capital). Se ele estiver em viagem para o Nordeste e tiver uma necessidade lá, o plano não cobrirá nada. A diferença de preço não é grande, portanto, dê preferência para planos nacionais.​

Você tem a opção de duas formas de contratações:

Contributário – Neste modelo, o seu colaborador vai contribuir com qualquer valor (descontado em folha) com o plano de saúde. Por exemplo, um plano que custe R$ 150/mês sendo que a empresa pagará os R$ 150 para a operadora mas debitará do funcionário R$ 50 na folha de pagamento.
Vantagem para a empresa: Ela paga um valor menor do plano de saúde, já que divide com o colaborador e ainda garante que eles façam um uso mais responsável do plano já que pagarão eventuais correções futuras.
Desvantagem para a empresa: Note que, neste caso, o demitido/aposentado tem o direito de seguir com o plano de saúde da empresa após o desligamento. Isso pode afetar entre outras coisas: o custo do plano (no caso de aposentados que tem um valor maior pela idade);  alteração de plano, já que a nova operadora pode vir a negar o plano em caso de uma carteira com muitos idosos.

Não contributário – Neste modelo a empresa paga 100% do valor do plano de saúde do funcionário, ou seja, não desconta absolutamente nenhum real do colaborador.
Vantagem para a empresa: A rotina do RH é muito mais simplificada, já que não há necessidade de descontar em folha nada e a principal vantagem é o fato de neste cenário em caso de demissão ou aposentadoria do colaborador ele não terá direito a levar o convênio médico com ele.  Isso é uma vantagem pois algumas seguradoras, após o desligamento do colaborador, continuam cobrando da empresa por até 24 meses após a saída e a empresa tem que cobrar do colaborador desligado. Se o colaborador não paga, quem arca com o custo integral acaba sendo a empresa.


O que vai contar no momento da renegociação do plano de saúde empresarial?

No momento de renegociar, são várias as questões que poderão incidir no aumento dos contratos. Nesse caso, será levado em conta o índice de sinistralidade (quanto mais se gastar com os tratamentos utilizados, maior será o índice) como principal responsável por aumentos que não estavam no orçamento.
Assim, é necessário compreender os itens que influenciam nesses reajustes. Vejamos, a seguir, alguns deles:

   - Indice de sinistralidade:como dissemos, corresponde ao percentual que foi gasto para cobrir custos com sinistros, sendo maior conforme a utilização do plano         para   cobrir grandes gastos com tratamentos.
   - Risco intrínseco na área de atuação:a depender da área que atua a organização e o risco que expõe os funcionários na atividade laboral, isso será levado em consideração no momento de tarifar. Um funcionário que atua em plataformas de petróleo com riscos de incêndio, por exemplo, está em uma área de atuação considerada de alto risco.
  - Inflação de itens médicos:diante de um aumento nas despesas com equipamentos, remédios ou instalações, por exemplo, isso é repassado nos reajustes.
  - Faixa etária dos funcionários:a depender a idade, os riscos de se desenvolver doenças também aumentam o valor dos planos de saúde — sejam estes empresariais ou não.
  - Abrangência geográfica da rede credenciada:seus funcionários estão constantemente viajando? Nesse caso, será necessário contratar um plano de saúde empresarial com abrangência nacional, se houver necessidade de atendimento em algumas dessas viagens.
Então, com base nessas informações e o cruzamento com as necessidades dos funcionários, sua empresa terá mais chances de sucesso no processo de traçar uma estratégia junto à operadora.